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Chuva, suor e Salvador

domingo, março 7th, 2010

Viajamos dia 11 de Fevereiro para Salvador. Depois de recepcionados no aeroporto, fomos para o hotel Othon, onde nos apresentaríamos à noite no pré Carnaval baiano. Ruas interditadas, muitos blocos e trios elétricos prontos para atacar um dia antes do carnaval começar, assim é a Bahia. O dia inteiro, ficamos no hotel, até porque não teria como sair de lá sem um bom guia. Aproveitei para descansar bastante. Durante o dia todo, uma chuva ameaçava cair. Nuvens carregadas ladeavam a costa e o barulho dos trios elétricos batiam às portas e janelas de onde estava. Eram uma onze da noite quando nos reunimos no saguão do hotel e saímos para o local do show, a menos de cem metros dali. O vento aumentava e bastou chegarmos para atacar que a chuva chegou: forte, intensa, impiedosa. Uma turma de cinqüenta corajosos não arredava o pé de frente do palco e eles nos deram a força necessária para atacar. O palco estava coberto mas preferi cantar quase colado à grade, tomando chuva com todo mundo. Ao longo do show, tivemos convidados: Manno Góes tocou Dani conosco e arriscou um rebolation na guitarra, mas a galera vaiou e eu falei “de jeito algum” ;-) . Em seguida, convidamos a cantora Jana Lima (cujo nome real é Janaína). Adivinhem que música ela cantou conosco? Bem conhecida na região de São Paulo, Jana soltou a voz na música. A chuva parou, voltou, foi um show complicado de se fazer, tecnicamente falando. Quando você canta em situações como esta, é como se a qualquer momento tudo pare de funcionar. Literalmente na corda bamba, ficamos felizes com o show, apesar de tantos problemas. Os fãs marcaram presença, superando dificuldades que incluíam inclusive o alto preço dos ingressos. Ao final, saímos a pé para pegar a van em direção ao aeroporto. Ela estava tão longe do hotel, que pareceu pra muita gente que estávamos seguindo o trio elétrico, que só não vai quem já morreu ;-)

Eu Faço Cultura em Salvador e Maceió

sexta-feira, maio 1st, 2009

A Caixa Seguros criou um projeto muito especial: Eu Faço Cultura. Nele, pela primeira vez, a Lei de Incentivo À Cultura poderia ter deduções do Imposto de Renda de Pessoa Física. Os funcionários da Caixa investiriam em artistas, viabilizando shows para diversas cidades e tal como as empresas, poderiam abater este investimento de seu Imposto. No ano passado, isto tornou possível nossa ida a Bauru, Maringá, Porto Velho e Rio Branco. Neste ano, começamos com Salvador e Maceió. Como o projeto é auto-sustentável, a divulgação não é tão agressiva. Por outro lado, o show se torna bem mais intimista. Ainda assim, tivemos uma boa presença de fãs nas duas cidades. Muitos até souberam dos shows pelo próprio site do Biquini ou pela comunidade do Orkut. Viva a Internet!
Em Salvador, chegamos com comitê de recepção e tudo! Os Biquineiros nos aguardavam com muito carinho no aeroporto. Nós seguimos depois para o Hotel e tratei de descansar pois havia dormido muito pouco. O Cais Dourado foi o local. Muito aconchegante. Da última vez em que estivemos na cidade, foi no Festival de Verão. Ali, a festa foi para bem menos gente, mas com uma energia e astral de arrepiar. O show tem mudado a cada dia. Temos tocado várias músicas do 80 volume 2 e variamos conforme nossa vontade. Em No Mundo da Lua, chamei um cara para o palco. Mal sabia que já tinha chamado ele no Festival de Verão! Não costumo repetir os fãs que cantam. Acho que mais pessoas podem passar por esta experiência, mas eu realmente repeti o cara. É, minha memória está ficando complicada! Como costumo dizer, meu HD tá ficando cheio e acabo apagando algumas coisas sem querer. De todo modo, ele já sabendo o que fazer, comandou a galera com muita animação! Atendemos a todos nos camarins e segui para um bate papo com meu amigo Luisão ex-Penélope, agora Dois em Um, junto com sua mulher Fernanda. Foi uma ótima noite.
No dia seguinte era para tocarmos em Maceió no Pierre Chalita. Só que houve um mal entendido e o show teve que ser adiado para Domingo. Tivemos então um dia livre na cidade. Confesso que estava tão cansado que nada fiz. além de dormir e escrever no hotel, inclusive este post. que escrevo agora. No dia seguinte, a mesma coisa. Só saí do quarto às quatro da tarde. O show foi no mesmo lugar em que fizemos uma festa para a TV Record no ano passado. O palco baixo ajudava a nos aproximar ainda mais. Maceió mais uma vez nos deu mostra de seu carinho e é incrível como depois de passar vinte anos sem tocar na cidade, tenhamos voltado tantas vezes! Desta vez, o agradecimento vai principalmente para a galera da Caixa. Eles fazem cultura. Todos nós nesta noite fizemos história.
Valeu!

O Festival do Verão

sábado, janeiro 31st, 2009

Em sua décima primeira edição, o Festival de Verão de Salvador já não precisa provar mais nada: é com certeza o maior do país e sinônimo da estação do ano mais concorrida do país. Fazer parte do seleto time que se apresenta a cada ano é um privilégio e tanto. Afinal, não importa o estilo: sertanejo, pagode, axé, forró, rock, mpb, todos tem vez! Se pensarmos que são vinte vagas apenas, a disputa é acirrada. Ser escolhido para abrir o Festival nos caiu como um grande presente e um enorme desafio. Eu e Coelho fomos antes. Passamos o dia anterior em divulgação pela cidade. O hotel, magnífico, ficava bem longe do centro, tornando cada saída para uma rádio ou programa uma longa viagem. Ao final do dia, estávamos exaustos e dormimos cedo. Nossa principal preocupação para o show foi, o tempo todo, frisar a todos os fãs que o show começaria pontualmente às oito da noite. Soube que o Los Hermanos tocaram cedo e, por conta dos enormes engarrafamentos para ir ao local, muita gente acabou perdendo o show deles ou apenas ouvindo pelo rádio do carro. Não queríamos isto para o nosso. Por isso mesmo, em cada programa, insistimos para que todos chegassem bem cedo.
A estratégia deu certo. O pátio não estava lotado mas a multidão que se aglomerava, por outro lado, era de fãs nossos. Por terem chegado mais cedo, se aglomeraram e fizeram um espetáculo à parte. Pensei depois, se tivésse tocado mais tarde, a galera da frente seria com certeza mais heterogênea. Às oito da noite, quem estava ali era 100% Biquini Cavadão!
Do outro lado, estávamos nós, tensos como principiantes. Isto porque até os últimos minutos antes de entrar no palco, não tínhamos certeza da possibilidade de usar as participações de Tico Santa Cruz e Claudia Leite no telão. O palco estava todo em 110 volts mas do lado de fora, era 220, e o nosso aparelho para disparar tudo estava justamente neste lugar, não havia um transformador que pudesse ser usado. Quem nos salvou foi Aloísio Legey, responsável por levar as imagens do festival para todo Brasil, que gentilmente chamou um técnico seu para nos salvar. Confesso que, mesmo assim, só respirei aliviado quando as duas participações aconteceram e entraram direitinho conosco. A de Claudia Leitte foi especial, pois ela teve seu filho Davi há pouquíssimos dias e foi ótimo dedicar a música ao mais novo membro da família. De certa forma, esta foi a maneira que Claudinha participou desta edição 2009, e ficamos felizes que tenha sido assim. Manno Góes, do Jammil, também fez uma participação em “Dani” (ele é co-autor da faixa conosco). Só que o Manno é o cara mais distraído do mundo e quando o chamamos, ele estava nos camarotes e correu meia música para poder participar da canção conosco. E lá foi o Coelho brincando com ele cantando “Dane-se o Manno, o Tuca e o Beto” hahahaha. Os fãs foram um capítulo à parte, com energia, emoção e aquele espírito “Biquini!” que só eles têm. Sair do palco aos gritos de “mais um, mais um” foi o melhor presente para uma estréia no festival. Resta agora ver se os organizadores entenderam que os pedidos de “mais um” não foram para “mais uma música”, e sim, para mais uma participação naquele que é hoje O FESTIVAL DO VERÃO.

Biquini Cavadão abre o Festival de Verão de Salvador

sábado, janeiro 24th, 2009

O Festival de Verão de Salvador, um dos mais importantes deste país, começa nesta quarta feira. Sua abertura ficou a cargo do Biquini Cavadão. Esta é a quarta vez que o grupo participa deste mega-evento, tendo também se apresentado em 1999, 2003 e 2006. A banda acaba de lançar o CD/DVD 80 volume 2 pela Somlivre. O show da banda contará com convidados especiais, recursos de telão e muita, mas muita animação de Bruno, Coelho, Miguel e Álvaro, que neste ano completam 24 anos de carreira. Perguntado sobre a data e a hora do evento (quarta-feira às 20h), Bruno Gouveia disse que “os fãs da banda saberão comparecer em peso para abrir o festival com chave de ouro”. Recentemente, a banda esteve em Salvador na concha acústica do Teatro Castro Alves e a lotação foi total. Nesta quarta, o Biquini espera rever sucessos e principalmente seus fãs na abertura do Festival de Verão de Salvador.

Salvador, a parede humana e um pedido…

sexta-feira, outubro 24th, 2008

Quinze anos depois de nossa última apresentação na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, estávamos de volta a Salvador para reencontrar um dos mais belos lugares para se dar um show no Brasil. A forma da concha, sua arquibancada íngreme, dá ao artista a sensação de que está sendo engolido pelo público que a lota e torna o show emocionante. É indescritível o que sentimos diante daquela parede humana. Nos últimos anos tocamos em diversos eventos em Salvador. Festivais, shows com outros artistas, ensaios de blocos, mas este show na concha, por ser do Biquíni, tinha um sabor especial para nós. O projeto MPB Petrobrás também ajudou tornando o ingresso barato. Moral da história, arquibancada lotada e um show que só não foi maior porque havia um horário que não podia ser ultrapassado. Quando deu nove e meia da noite, era imperativo terminarmos o show. Do contrário, o bis teria sido enooooorrme! O resultado deste show foi importante também no quesito “quero tocar no Festival de Verão”. Organizadores, produtores, muita gente estava presente e conferiu a força que o Biquini Cavadão tem hoje na Bahia. Lógico que uma forcinha do público, uma “pressão” no site do festival é sempre bem vinda. Faremos figa por aqui.
Mudando um pouco de assunto, gostaríamos de pedir algo aos fãs da banda. Manifestem-se. A sensação que temos muitas vezes é que os fãs do grupo são tímidos. Em votações, eleições de prêmios, mais pedida nas rádios, videoclipes, muito do que hoje existe para aferição do gosto popular, criado inclusive por rádios, programas de TV, canais musicais, muitas vezes o Biquíni nem consta como opção. Isto se deve a quê? A pouca manifestação dos fãs da banda. Claro que temos as exceções, os fãs que se mobilizam. Mas mesmo estes podem, além de votarem, conclamarem os outros fãs que estão quietos a fazerem o mesmo! É comum a gente ouvir de produtores, jornalistas, gente de radio, tv e internet uma expressão estupefata dizendo-nos “Não sabia que o Biquíni tinha esta força!”. De fato, não tem como saber, e nem saberão se não perceberem isto com os instrumentos que eles têm: as enquetes e votações! Portanto, querido fã, não deixe de votar, de participar, de fazer valer a sua vontade, ao invés de reclamar da vida, de se chatear com a ausência da banda nos programas que você gosta, na radio, na tv, não importa. Só quem sonha acordado vê o sol nascer!

ps: O mesmo vale para os que forem votar neste fim de semana no segundo turno. Participe e lute pelo que você acredita. E não deixe, depois de eleito o candidato, de cobrar – e muito! – todas as promessas que ele fez.

Barra do Garças, Pamonhas e Acarajés

quinta-feira, julho 17th, 2008

Sempre que tocamos em Mato Grosso, o show aconteceu na capital, Cuiabá. Esta foi a primeira vez que tocamos em outra cidade: Barra do Garças. Uma cidade na fronteira com o estado de Goiás, cinco horas de Goiânia. Isto exigiu uma viagem que começou às 3 da manhã, vôo com escala em São Paulo e tome ônibus pela estrada!
Ao chegar em Aragarças do outro lado do rio que separa os dois estados nos deparamos com esta estátua curiosa. Demoramos muito para entender o que era, foi preciso o ônibus chegar pertinho para vermos que eram peixes em pé! Peixes, não! Pintados, muito típicos na região. Pra minha surpresa, encontrei parentes distantes morando em Barra do Garças. Sem contar com meu tio Iraci, do alto de seus 71 anos e cabelos brancos, que resolveu mais uma vez me prestigiar. Acho que ele é um dos tios que mais viu show da banda! Filmou e tudo. Como chegamos às 5 da tarde, não deu para aproveitar nada de uma cidade que merece ser conhecida, coisas que o Brasil esconde: cachoeiras (vi pelas fotos), praias de rios e um astral maravilhoso. Não deixem de comer as pamonhas de lá. Não tem nada a ver com aquelas pamoooonhas que os vendedores ambulantes empurram com seus carros velhos na capital. Papo vem, papo vai, já estava comendo a terceira! O show foi num clube muito legal, com um público ensandecido. Muitos fãs confeccionaram suas camisetas e ficaram na primeira fila cantando toda música que pintava. O show abriu um nova rota para o Mato Grosso e, com isso, esperamos que nossa volta seja breve. Atendi muitos nos camarins mas tinha uma gravação em Salvador no dia seguinte. De ônibus, não chegaria a tempo. O jeito foi ir antes de carro, com um motorista bem descansado. Isto, no entanto, não me sossegou. Passei a noite em claro, dois dias sem dormir e tendo que gravar um DVD não parecia algo que combinava. A viagem estava apenas começando. Cheguei de manhã cedo em Goiânia, voei pra São Paulo e segui pra Salvador. Achei que daria para tirar um sono curto mas, por precaução, fui direto pro hotel, tomei banho e, uma hora depois, já estava no palco cantando Janaína com Aline Rosa. Ela, um amor. Para mim, além do prazer de ter e cantar uma música do Biquini no seu DVD, tive a alegria de finalmente gravar o gesto que sempre faço nos shows de uns anos pra cá. Sempre que canto “beijos e sorrisos soltos”, eu homenageio minha mulher beijando a aliança. No DVD do Biquini ainda não tinha tido esta idéia, mas agora eu pude fazer! Um prazer a mais em meio a gravação. Quando cheguei no hotel, pensei em jantar e dormir finalmente. Minha volta seria às quatro da manhã. No entanto, havia um vôo pro Rio às 21:45 e consegui tornar a viagem possível, graças à produção do Cheiro de Amor que me ajudou muito, especialmente Sidney, pau pra toda obra, que ainda me embarcou com dois acarajés para não morrer de fome. Sem tomar café, almoço e jantar e voltar com barrinha de cereal é dose ;-)

O que comer em Salvador (mas sem dendê).

sábado, julho 5th, 2008

Eu adoro a culinária baiana. Vatapá, acarajé, hmmm. Chego a dizer que ir a Salvador e não comer um acarajé é o mesmo que ir a Roma e não ver o Papa! No entanto, eu tive a grata experiência neste fim de semana de não comer um prato sequer a base de dendê! E tenho de dizer: vocês precisam conhecer os incríveis restaurantes de Salvador. Começemos com o La Lupa que fica na Sete de Setembro 3157. Um italiano de adega bem montada, com vinhos que agradarão a qualquer paladar e bolso. Os pratos do chef Alessandro então, nem se fala! Ele, por si só, já é um capítulo a parte com seu sotaque carregado e um tique nervoso que te deixa um pouco incomodado nos primeiros segundos, para depois te conquistar com sua simpatia. Parada obrigatória do Biquini Cavadão hoje em dia. Prove o polvo cozido no azeite de entrada! É divino!
No dia seguinte, saí com Luisão e Fernanda (os Dois em Um) que tem um trabalho muito interessante no MySpace. Fomos almoçar num restaurante natural onde tudo estava fresquíssimo, crocante, suculento. Uma delícia que me deixou pronto para o show à noite. O Ramma é um excelente restaurante para quem é vegetariano ou não e fica na Lord Cochrane 76B. perto da ladeira da Barra.
Finalmente, a noite ficou por conta do convite de Manno Góes pra conhecer o Marc Le Dantec, na Av. Oceânica 3001, numa noite regada a vinhos, degustações e muita conversa boa com pratos idem. O capricho do Chef Marc em cada novo prato trazido à mesa nos trouxe mais um motivo para não sairmos tão cedo da mesa.

Show em Salvador é adiado

sábado, outubro 21st, 2006

Em virtude das fortes chuvas que castigaram Salvador neste sábado, a organização do show que reuniria as bandas Cheiro de Amor e Biquini Cavadão adiou o evento que aconteceria neste domingo. Uma nova data será marcada em breve.

Biquini faz um dos melhores shows do Festival de Verão de Salvador –

domingo, fevereiro 19th, 2006

Com uma atuação cheia de surpresas, o Biquini fez um show e tanto no festival de Verão de Salvador no último dia 4/2. O resultado disso pode ser comprovado no Especial que Globo fez no domingo após o Domingo Maior. A cena mais marcante foi o sobrevôo da galera feita por Bruno, que se apossou da grua dos cinegrafistas para um rasante na multidão, em Zé Ninguém, mas outras surpresas ocorreram. A banda brasiliense Maskavo cantou Vento Ventania com eles misturando com o seu sucesso Um Anjo do Céu e depois improvisando Bob Marley e Papa Winnie no toast final. A Globo ainda mostrará detalhes do festival em um especial futuro, provavelmente sábado ou domingo a tarde neste mês de Fevereiro. E o Biquini certamente marcará presença.

Cantando em “Território Inimigo”:

domingo, fevereiro 2nd, 2003

Participar do Festival de Verão de Salvador foi uma grande honra. Havíamos comparecido no primeiro, em 1999 e voltar agora pro quinto evento era uma grande satisfação. Entretanto, fomos o “peixe fora d’àgua” no sábado. O ecletismo sempre foi marca registrada da programação do festival, mas tocar em um dia com Calcinha Preta, Zezé de Camargo e Luciano, Chiclete com Banana, Banda Eva e Olodum era sui generis para nós. Temos certeza de que se o público fosse mais fã de rock o show teria rendido mais. Brincamos que fomos tocar em “território inimigo”. Alguém ainda me perguntou se iria mesmo mandar meu comentário de sempre, de que “música não se faz com a bunda” mas eu realmente não estava preocupado em dizer a verdade ;-) . Ao final do show, brinquei com a imprensa dizendo-me admirado em ver tanta gente de outros estilos cantando nossas músicas.

Ainda assim, esta é uma avaliação bem crítica nossa, pois do momento em que entramos no palco, foi tudo festa. Nem a chuva que atacou em Quando Eu Te Encontrar pôde esfriar os ânimos. Quando cantávamos Vento Ventania, São Pedro armou uma brincadeira: simplesmente detonou o maior pé d’àgua durante a canção, parando exatamente após a sua execução. Nosso amigo Mano Góes do Jamil e Uma Noites estava assistindo o show e acabei chamando-o ao palco para encarar uma guitarra conosco em Beth Balanço. Terminamos o show com pedidos de bis e a certeza de que nos veremos mais em Salvador! Voltei pro hotel em seguida, não sem antes comer um delicioso acarajé ;-)