Biquini Cavadão e Lucas Silveira(Fresno) lançam nova música juntos

8 de março de 2010

O grupo Biquini Cavadão lançou neste mês a sua nova música “Acordar Pra Sempre Com Você”, uma parceria da banda com Lucas Silveira, cantor da Fresno, banda sensação e revelação do ano passado com prêmios na MTV, Multishow entre outros. O próprio Lucas também divide os vocais com Bruno Gouveia, do Biquini. A música também teve um clipe gravado com direção de Carlos Coelho e já obteve mais de 20 mil exibições no YouTube em menos de um mês.
Os dois grupos se conheceram em 2008, em festivais pelo país. Em seguida, a banda cantou “Uma Música” com eles no Ceará Music, ao passo que Lucas retribuiu com uma participação no show do Biquini cantando “Zé Ninguém”. Em 2009, surgiu a idéia de comporem juntos. A música, para eles, chegou a um lugar hibrido: “Acho que não soou como um Biquini emo nem como Lucas cantando algo oitentista”, explica Bruno. “Certamente se tivéssemos feito a música sem ele, não chegaríamos a este resultado, e vice-versa. Este é o grande barato desta união”, complementa Coelho.

ACORDAR PRA SEMPRE COM VOCÊ
(lucas, coelho, bruno, miguel, alvaro)

Flores nascem e morrem no jardim
Assim o dia acaba em Noite
E o céu parece não ter fim

Estrelas sempre mudam de lugar
Fazendo curvas no destino
Aonde vai nos levar

Eu só queria
Acordar pra sempre com você
Até diria
Qualquer coisa pra te convencer

Que os dias passam
As pessoas mudam
Por que é tão difícil acreditar em nós

Quando estamos sós
A sua voz
Faz o meu tempo parar

Acorda, Recife!

7 de março de 2010

As expectativa para o show em Recife eram as maiores possíveis. Não participávamos do evento desde 2005, nosso último show na cidade foi marcante e sentíamos que os fãs de Pernambuco estavam dobrando de tamanho. Fato este confirmado já na chegada quando o “comitê de boas vindas” bateu recorde de público. Estamos pouco a pouco pagando uma dívida com o estado de Pernambuco, que merecia ter visto mais shows nossos.
Como aquecimento, uma coletiva na Livraria Saraiva. Iniciativa de Joaninha, uma fã que caprichou! Não é fácil fazer algo assim. Tanto que quando ela me falou sobre isto, eu tratei de demove-la da idéia. As chances de virar um tumulto generalizado ou um encontro com ninguém são muito grandes. Eu disse a ela: se algo der errado, você vai ficar muito sem graça e nós também. Entretanto, ela conseguiu fazer, teve apoio da Saraiva e tudo foi muito bem organizado (obrigado também ao Lívio, da livraria). Com isso, passamos um tempo respondendo perguntas bem legais e depois autografando cds e dvds, para logo depois ir pra Transamérica. No ano passado, tocamos no aniversário da Rádio. Eles nos receberam carinhosamente e ganhamos, entre muitos presentes, um bolo de noiva. Eu explico. Bolo de Noiva é feito no Recife com ameixas e frutas cristalizadas, numa combinação irresistível. Eles, sabendo que eu havia adorado o bolo que comi no ano passado, fizeram um para nós. A confeiteira, ao saber que era pra mim, deu de presente ! Uma gentileza só.

Voltamos ao hotel e logo veio o show. Quero dizer, não foi tão logo assim. Fomos escalados para ser a última atração. Como se isto não bastasse, teríamos que fazer um show mais curto em virtude de multas que poderiam ser aplicadas pelo ministério público, se por acaso ultrapassássemos o limite. O jeito foi fazer um show “curto e grosso”. Problemas não faltaram. O telão nosso apagou em várias músicas. Tivemos que entrar no palco mal se ouvindo para que pudéssemos tocar por mais tempo. Por outro lado, se apresentar com o dia nascendo em Recife foi demais! O público ali presente cantou conosco a nova música, Acordar Pra Sempre Com Você, e isto arrepiou a banda. Não pensei duas vezes e chamei a Joaninha para cantar No Mundo da Lua. Por tudo que fez, mereceu. Em Chove Chuva, não resisti e fui de encontro à grade que separava a galera dos vips. Uma corrida imensa passando por cada um e cumprimentando até voltar carregado ao palco. Bom dia, Bom dia! O sol já podia ser visto e nós, o público, todos exaustos, fomos tratar de dormir com um sorriso imenso no rosto. Se Deus quiser, a dívida com Pernambuco será paga assim: com juros e correção!

ps: não consegui dormir no hotel. Falta de luz, ar condicionado desligado, ansiedade, insônia, foi uma tortura! Só apaguei quando, depois de seis horas viajando, chegamos em Campo Grande-MS.

Olha o Biquíni na avenida!!!

7 de março de 2010

Embora já tenha feito show no Sambódromo do Rio, nunca me imaginei tocando em pleno carnaval a poucos metros de onde passavam as escolas de samba. O Camarote da Brahma nos convidou para tocar entre as exibições da avenida e aceitamos o convite e desafio. Afinal, a nossa dúvida era simples: quem vai querer ouvir rock no intervalo? E não é que o local lotou? Um grande barato! Entre celebridades, roqueiros, jogadores de futebol, fizemos dois shows curtos. Em cada um deles a gente fez um repertório. Este show foi marcado no período de nossas férias e por isso mesmo, não tivemos a presença do Miguel. Ele havia viajado no dia anterior com a família. Ainda assim, programou seus teclados para tocar muita coisa junto com a gente. Ou seja, ele estava lá sim!!! Foi uma festa ótima, ainda pude ver o desfile da Gaviões da Fiel. Achei melhor não cantar “dane-se figo, Ronaldo, Zidane” para não ser linchado.

Chuva, suor e Salvador

7 de março de 2010

Viajamos dia 11 de Fevereiro para Salvador. Depois de recepcionados no aeroporto, fomos para o hotel Othon, onde nos apresentaríamos à noite no pré Carnaval baiano. Ruas interditadas, muitos blocos e trios elétricos prontos para atacar um dia antes do carnaval começar, assim é a Bahia. O dia inteiro, ficamos no hotel, até porque não teria como sair de lá sem um bom guia. Aproveitei para descansar bastante. Durante o dia todo, uma chuva ameaçava cair. Nuvens carregadas ladeavam a costa e o barulho dos trios elétricos batiam às portas e janelas de onde estava. Eram uma onze da noite quando nos reunimos no saguão do hotel e saímos para o local do show, a menos de cem metros dali. O vento aumentava e bastou chegarmos para atacar que a chuva chegou: forte, intensa, impiedosa. Uma turma de cinqüenta corajosos não arredava o pé de frente do palco e eles nos deram a força necessária para atacar. O palco estava coberto mas preferi cantar quase colado à grade, tomando chuva com todo mundo. Ao longo do show, tivemos convidados: Manno Góes tocou Dani conosco e arriscou um rebolation na guitarra, mas a galera vaiou e eu falei “de jeito algum” ;-). Em seguida, convidamos a cantora Jana Lima (cujo nome real é Janaína). Adivinhem que música ela cantou conosco? Bem conhecida na região de São Paulo, Jana soltou a voz na música. A chuva parou, voltou, foi um show complicado de se fazer, tecnicamente falando. Quando você canta em situações como esta, é como se a qualquer momento tudo pare de funcionar. Literalmente na corda bamba, ficamos felizes com o show, apesar de tantos problemas. Os fãs marcaram presença, superando dificuldades que incluíam inclusive o alto preço dos ingressos. Ao final, saímos a pé para pegar a van em direção ao aeroporto. Ela estava tão longe do hotel, que pareceu pra muita gente que estávamos seguindo o trio elétrico, que só não vai quem já morreu ;-)

Enredo da Mangueira 2010 nasceu de idéia de Bruno Gouveia

13 de fevereiro de 2010

Ivo Meirelles, presidente da Mangueira, em entrevista à rádio Globo, contou que o enredo da escola neste ano surgiu de uma idéia dada por Bruno Gouveia, do Biquini Cavadão. Na época, ele não tinha força política para lançar a idéia mas guardou a dica e agora em 2010 ela sai na avenida homenageando a música Brasileira, seus ritmos e seu poder de conquistar o mundo.

Fechando as férias em Limoeiro

11 de fevereiro de 2010

O projeto Férias no Ceará terminou neste domingo. Tocamos em Limoeiro do Norte, onde já havia feito um show, há alguns anos. Um show tão legal que lembro pouca coisa pois após a apresentação tomei uma cachaça que me ofereceram e deletei tudo da memória. Anotem aí caso queiram se esquecer: Sapupara.
A viagem foi tranquila e passamos o dia no hotel, já que o calor era de matar. O hotel era ao lado da praça onde nos apresentaríamos. Tudo bem tranqüilo. Nosso único problema foi para jantar. Indicaram a pizzaria da praça mas seria impossível comer lá com a quantidade de fãs pedindo fotos. Decidimos ir para outro lugar. A van pegou a estrada e parou em frente a uma churrascaria mas tinha um grupo tocando pagode tão alto que a gente foi taxativo, vamos embora! Aqui também não dá! Fugimos então para uma pizzaria mais longe ainda. Quieta, pouca gente e uma TV ligada passando um DVD. O nosso! Rimos muito e ficamos assistindo um pouco enquanto a pizza não vinha. É raro vermos nosso próprio DVD. Só em ocasiões como esta mesmo!
Voltamos pro hotel onde então nos preparamos para o show. Praça lotada . Convidamos o Guto, do Soul Pop, banda que abriu a noite, para cantar Astronauta de Mármore, música que ele já havia cantado no show dele. As bandas do Ceará lutam muito por um espaço e foi legal fazermos um encontro como este. Entretanto, logo na quinta música, meu pé esquerdo volta a doer. Caramba! E não foi pouco. Chegava a mancar. Foi então que tive uma idéia: tirei o sapato. E não é que a dor parou? Até onde eu percebi, o tênis que estou usando deve forçar um músculo do meu pé e isto está me prejudicando. Fiz o resto do show de meia como se nada tivesse acontecido. Alguns fãs me ofereceram uma garrafa de Sapupara novamente mas não foi preciso. Acho que virei garoto propaganda ;-) Em tempo, a cachaça é muito forte. prefiro outras, com certeza. Desta vez, foi só um gole, para que eu pudesse não me esquecer de noite como esta. E com certeza será impossível esquecer!
Obrigado, Ceará, por todos os bons momentos neste fim de semana.

Fortaleza quase dando a luz no palco!

11 de fevereiro de 2010

Ao chegarmos em Fortaleza, tomei um café da manhã e apaguei até as duas da tarde. Almoçamos e fomos para um longo ensaio no Parque do Cocó onde tocamos músicas que estavam fora do repertório, como Tainted Love e Infinita Highway. Decidiríamos mais tarde quais entrariam. O tempo passou rapidamente para nós e logo estávamos de volta ao parque, desta vez para atacar.
A multidão presente era ainda maior que a do ano passado. Um show que foi ótimo e que agora nos cobrava um melhor ainda. Na primeira fila, fã-clubes uniformizados e cheios de mensagens carinhosas.
Tão logo pisei no palco, senti o pé esquerdo. Não sabia o que era, parecia uma torção, mas apenas incomodava. Com o passar do tempo, o incômodo foi aumentando. O parque também me impedia, pela sua natureza geográfica, de pular no meio da galera. Por ser um anfiteatro natural, as barreiras cederiam rapidamente, como numa queda de dominós, se eu me aventurasse apenas em descer. A dor no pé aumentava mas o show estava tão bom que fui me anestesiando. Decidi chamar ao palco uma menina que é fã do Biquini há muitos anos, membro do fã clube Dane-se Tudo e doidinha de pedra. Ela havia me pedido para cantar No Mundo da Lua. Não é de meu feitio chamar ao palco quem pede para cantar, ainda mais estando nos bastidores. Escolho sempre quem está na frente do palco e cantando apenas. Mas abri esta exceção: ela estava grávida de sete meses. Pediu-me por saber que ficaria um bom tempo sem ir ao show da banda e, afinal, nunca antes eu havia chamado alguém assim no palco. E lá foi ela, a Ceiça, feliz da vida com sua barriga a dois dias da ultra para saber o sexo da criança. Estava radiante e brinquei: acho que este já vai nascer fã da banda ;-). No bis, tocamos Infinita Highway e Tempos Modernos. Não me lembro da galera de Fortaleza ter nos visto toca-las antes e foi um momento muito legal. É sabido o grande número de fãs de EngHaw na cidade. Cantaram lindamente.
No fim do show, nosso saxofonista e baixista pularam para tocar próximo à grade. O pobre baixista caiu de mal jeito e ficou lá estatelado no chão. Coitado! Cada um com a sua loucura! Felizmente, não foi nada. Depois do show, não sentia mais a dor no pé, acho que fui curado com a energia da galera! E lá fiquei nos camarins atendendo um sem fim de gente. E bota gente nisso! Fiquei quase duas horas antes de pegar a van de volta ao hotel. Em Abril, voltaremos ao Mucuripe Club, já mortos de saudades!

ps: soube pelos fãs: Ceiça está esperando um menino. Parabéns!

Afinal, o que é isto? (2)

7 de fevereiro de 2010


Acreditem se quiser, esta placa estava no café da manhã de um hotel de uma importante cadeia norte americana em Fortaleza, onde nos hospedamos. Sleeve Juice como tradução de Suco de Manga. Só que Sleeve é manga…de CAMISA, em inglês!!! Entre gargalhadas nossas, falei para a Recepção do Hotel que era melhor fazer uma revisão nas plaquinhas, para evitarem mais piadas!

“Mas Ceará O Benedito?”

7 de fevereiro de 2010

Trocadilho infame com a cidade de São Benedito, mas que aproveito aqui para contar como foi nosso primeiro show no projeto Férias no Ceará. Aliás, quem quiser saber a origem da expressão “Mas Será O Benedito?” basta clivar no link
Chegamos numa quinta feira em Barbalha depois de quase 5 horas de voo com escala em Recife e direto para Juazeiro do Norte. Birita aproveitou para conhecer a estátua de Padre Cícero, uma das maiores do país, com 27 metros de altura e gostou do visual da cidade. Enquanto isso, chegávamos no hotel onde fomos recepcionados por diversos fãs, que entre presentes e lindas cartas, bateram um longo papo conosco. Fui pro quarto descansar para poder recarregar minhas baterias e ficar pronto pro grande show em Barbalha.
O telefone toca. Atendo e recebo a notícia. O show foi cancelado! Como assim? Cancelado? Eu explico. Dois policiais foram mortos em confronto com um traficante na véspera do show. Na quinta, uma hora antes da equipe montar o palco, outra pessoa foi morta nas imediações. O clima estava tenso na cidade e o show foi cancelado pelo Governador do Ceará que, por acaso, se encontrava em Juazeiro e soube do fato. Compreendo perfeitamente a situação, mas não posso deixar de manifestar nossa decepção. Fiquei pensando naqueles fãs que tanto esperaram por este dia, que tantos recados em contagem regressiva ansiavam por esta noite. Tudo que posso dizer é que vamos fazer o possível para retornar logo à região. Ficamos na cidade até a meia noite, quando encaramos longas horas na madrugada com destino à São Benedito.

Localizada numa serra muito bonita, o tempo parece não passar por lá. Literalmente. Meu celular não pegava, consequentemente não tinha acesso à Internet e o dia se arrastava a conta-gotas. O clima ameno da cidade nos levou à praça para ensaiar um pouco à tarde . Decidimos tocar algumas músicas do 80 volume 2 que não entravam no repertório há tempos, como Tempos Modernos, do Lulu Santos. Ficamos um bom tempo na praça dando um show extra a quem havia chegado cedo. Quando a noite caiu, chegamos com o lugar todo tomado. Gente de diversas cidades marcaram presença e nós nos esbaldamos com o público caloroso e hospitaleiro. A cidade é famosa também pela produção de Flores, inclusive com uma festa famosa no país. Quem sabe a gente não volta pra Festa das Flores? Esperamos que sim, pois o show foi o primeiro, mas não o último. Valeu São Benedito! Seguimos direto para Fortaleza madrugada adentro. Proxima parada: parque do Cocó!

Cabedelo, Fest Verão e a Coreografia

7 de fevereiro de 2010

O show no Fest Verão 2010 tinha um sabor diferente para nós. Ele seria filmado pela equipe da TV Globo da Paraíba para o quadro Desafio da Galera, do Fantástico. Para isto, era preciso que fizéssemos uma certa coreografia com o público. No show do Biquini, as pessoas participam muito, pulam, mexem os braços, giram camisetas, são sempre um espetáculo à parte. Não seria difícil criarmos algo para o programa. Decidimos fazer então em Zé Ninguém. Este ano é de eleição, seria bom darmos um recado a todos que acham que se reelegerão, depois de tantas falcatruas. Coreografia não é só para mexer o corpo, pode também exercitar a cabeça e dar um recado a todo mundo num ano tão importante.
A noite foi concorrida. CPM22 abriu debaixo de um toró magnânimo. Tivemos também Claudia Leitte, com quem fiquei um bom tempo nos camarins falando de música e filhos, fraldas etc. Infelizmente não daria para cantarmos juntos Romance Ideal. Seríamos os últimos a tocar e ela já estava de partida. Um dia acontece! Depois da Banda EVA, chegou a nossa vez de subir ao palco.
O show foi sensacional. Fã-Clubes estendendo faixas, Sou Biquini e Não NEGO, Apoteose, Contramão, Em Algum Lugar No Tempo, Soul Biquini, muita gente presente na primeira fila. A cada música que tocávamos, mais forte era a emoção da galera. São Pedro nos deu uma trégua e não choveu no nosso show.
E tome loucura: a grua da Rede Globo para as tomadas do alto serviu para eu fazer um passeio sobrevoando o público em Carta Aos Missionários! Em Zé Ninguém, fizemos um enorme discurso contra os tais políticos que acham que temos memória curta. Este ano poderemos fazer uma limpa por lá. Se vai adiantar, não sei, mas não podemos mais colocar quem notoriamente nos rouba. Foi um discurso forte e que ecoou no público presente.
Veio então o momento da coreografia. Aproveitei um praticável elevado no meio do público, usado pela polícia e segurança, para ensinar e fazer tudo com eles, ali mesmo, no meio da turma. Passamos umas 3 vezes e filmamos. Eu, confesso, não tive como perceber se tinha ficado bom, já que fiquei no meio da galera. Foi a primeira pergunta que fiz a todos: ficou legal? ficou legal? E o show continuou com uma força incrível até o final. A foto de Anderson Silva é uma mostra de como foi a festa. Saímos felizes e animados para assistir na TV como tudo aquilo seria apresentado. Disseram que era já pro próximo domingo. Avisaram que ficaria para o outro. Esperamos até sexta quando nos disseram que não daria para mostrar dada a quantidade de shows filmados em todo pais pelas afiliadas da Rede Globo. Uma pena. Ainda bem que alguns fãs puseram os ensaios no YouTube, como estes aqui da Aninha e da Jessica. Mais uma vez, obrigado a todos de Cabedelo, a toda Paraíba. Foi FANTASTICO!

A Maratona de Brasília

7 de fevereiro de 2010

A Corrida de Reis é notória em Brasília. E lá estávamos nós para fazer o encerramento num ginásio enorme. Saímos cedo de casa e fomos recebidos em um excelente hotel. O problema é que o ar condicionado não funcionava nos quartos. De novo? Na semana anterior, a volta de Turmalina para o Rio foi em 17 horas dentro de um forno de microônibus! Estão de marcação com a gente! Janelas abertas nos quartos não ajudaram muito quando se fala do calor que faz em Brasília nesta época do ano. Um calor seco daqueles que te fazem cuspir em pó. Recebi uns amigos, batemos um papo e logo fomos para a passagem de som. Começamos a testar algumas novidades em Zé Ninguém. Vai ficar legal mas precisamos ensaiar um pouco mais. Também aproveitamos para ensaiar a nova música, para toca-la assim que entrar nas rádios em Fevereiro.
Quando finalmente pisamos no palco para o show, a cena era incrível. Ficava eu me perguntando, como a galera depois de correr tanto ainda teria pique para encarar quase duas horas de show? Bem, acho que eu os subestimei! Tiraram de letra! Arrebentaram, pularam, cantaram muito. Foi um belíssimo show que ainda contou com dois convidados surpresa: O primeiro foi Marceleza, cantor do Maskavo, que nos brindou em Vento Ventania. No bis, tocamos com Philippe Seabra que chegou a mudar a letra de Até Quando Esperar para sacanear os escândalos do “panetone” do governador Arruda no Distrito Federal. Impagável. A galera no show esbanjou saúde. Eu, por outro lado, terminei mortinho!
Se me pedissem para correr depois do show só se fossem cem metros rasos para um sono profundo ;)

Turma Linda!

7 de fevereiro de 2010

Turmalina é uma cidade ao norte de Minas. É comum tocarmos no início do ano nesta região. A viagem é longa. Pela Internet, estima-se 14 horas. No entanto, levamos 17 na ida. As estradas estavam péssimas e, depois soubemos, o outro caminho - mais longo - era mais rápido e com menos curvas e serras. Mortos de cansaço e fome, chegamos numa hora ingrata, quando os restaurantes praticamente estão fechando. Conseguimos ainda assim, almoçar bem e esperar pela noite para a festa. A rua estava tomada e o público participou conosco do começo ao fim. Eu, carinhosamente, retribuí com um trocadilho: a cidade tinha que mudar o nome para Turma Linda. O carinho de todos ali os tornavam mais preciosos que a pedra que dá o nome à cidade. Fim do show, muitas fotos, e uma longa volta para casa. Longa mesmo, pois a correia do ar condicionado quebrou, pneu furou, foi aquela loucura. O problema é que eu estava com horário contado para chegar em casa. Previa que às quatro da tarde, no mais tardar, seis, chegaria. Com os atrasos, vi que isto era impossível. Saí no meio da estrada! Estava perto de Belo Horizonte e decidi pegar um taxi para o aeroporto de Confins. Acontece que não havia um sequer na região que pudesse me levar, e se não fosse uma alma caridosa que veio falar comigo por ser fã da banda e acabou se oferecendo para fazer o trajeto, não sei como teria conseguido chegar a tempo.
Obrigadão, rapaz!

O Último Urso Polar - André Rosa

24 de janeiro de 2010

Ao invés de colocar aqui meus comentários sobre o livro, transcrevo a orelha que assinei para este trabalho do André.
Ao ler o Último Urso Polar, André Luis Godoy Rosa te convida a ser seu amigo. E como surgem as amizades?
Em geral, elas despontam pelas semelhanças, por aquilo que você viveu, por tudo que te fez ser quem é até os dias de hoje. Em seus versos, André te confessa fazer parte de uma geração que amou o rock brasileiro, que cresceu vendo os filmes de Chaplin, que apaixonou-se pelos versos de Quintana e, como muitos, também suspirou por Maitê Proença. Divide suas alegrias, tristezas, humores e revoltas. Seu coração é este livro aberto que você folheia agora. Quem percorrer seus poemas, também dividirá com ele seus temores, o destino do mundo, tão cheio de apatia às violências.
Nostalgia vem do grego, nostos, passado, e algia, dor. Uma palavra bonita mas que expressa a dor do passado. Cada poesia de André transborda-se de lembranças, felicidades desapercebidas, e essa tal nostalgia. Essa dor é tão forte em seus poemas que sugere uma ponta de prazer, um orgulho daquilo que viveu, uma sensação que “era feliz e sabia”, que tratou de guardar cada momento para saboreá-los contigo, mesmo que você, leitor, não tenha nascido no fim dos 60, início dos 70 ou, de algum jeito, vivido intensamente os anos 80. Ele tratará de contar e dividir estes momentos contigo, como segredos espalhados aos quatro cantos.
São votos de amizade, são fotos de carinho, vindos de alguém que escreveu cada verso para te dizer que o urso não está sozinho. Ao final da última página, você concordará comigo.

Bruno Gouveia

O livro se encontra à venda aqui!

Biquini presenteia os fãs com calendário

6 de janeiro de 2010

Para começar bem o ano, que tal um calendário com super fotos do Biquini Cavadão? Pois foi isso que a banda fez. Criou um calendário para os fãs baixarem, imprimirem como desejarem e terem Bruno, Miguel, Coelho e Birita os acompanhando o ano todo. Tudo que você precisa é baixar o calendário e curtir as fotos. Os fãs também criaram um link alternativo no rapidshare.

Em destaque, as datas de surgimento da banda e dos aniversários dos integrantes. O que está esperando?

Adeus 2009, que venha 2010!

4 de janeiro de 2010

Estranho sair de casa em um ano e voltar noutro mas, de 2000 para cá, fizemos seis shows no reveillon. Começou em Brasília em 2000. Depois veio Fortaleza em 2003, 2005 e 2007. Em 2008 foi a vez de Divinópolis-MG e agora, Beberibe, CE. Meu terceiro ano seguido sem a família, que infelizmente não pode me acompanhar, já que Gabriel é muito pequeno ainda. Decidi assim comemorar o reveillon um dia antes, com champanhe e tudo mais. Afinal, é tudo uma questão de fuso horário. O arquipélago de Kiribati comemora o reveillon no meio do Oceano Pacífico enquanto aqui estamos almoçando. Pensando deste jeito, celebrei o ano novo dia 30 mesmo ;-)

Ao chegarmos no hotel, muito bom e aconchegante por sinal, não pude descansar direito. Queria muito dormir pois acordei cedo, mas não conseguia. Resultado, caí na piscina e lá fiquei relaxando até escurecer. Dormi um pouco, apenas para recarregar as baterias para a grande festa. Às onze, liguei para todos desejando um ótimo ano novo, já que o horário de verão me permite esta maluquice. Foi a hora de falar com todos e desejar tudo de bom. Já estava a caminho da praça da Sé. e esperei dar meia noite para celebrar com toda equipe e meu empresário, que trouxe sua mulher e sua adorável filhinha de 3 anos. O show foi lindo, emocionante. Uma multidão cantava da primeira a última música. Começamos com o pé direito!

Foi um ano bem complicado: crise mundial, gripe H1N1, cancelamentos de shows de um dia pro outro e, no entanto, fizemos tanta coisa legal que ali, em Beberibe, fiquei meio bobo no palco pensando como passou rápido.

Estreamos no Twitter, Facebook, Formspring, chegamos a 60 mil fãs no Orkut e isto é apenas o começo de um ano muito especial para nós. Serão 25 anos de banda. Queremos festejar em cada show nossa história, nosso passado, presente e, principalmente, construir o futuro para os próximos 25.

A vocês que pacientemente lêem estas linhas, obrigado pela fidelidade, por apoiar o Biquini independente das modas em voga, por fazer da nossa vida esta montanha russa que nos leva de norte a sul do país. Vamos que vamos para 2010!

abraços e beijos

A Cigarra em Formiga

27 de dezembro de 2009

Uma vez uma formiga viu uma cigarra cantando e disse, “você não tem medo do inverno”? Não, respondeu a comadre cigarra, “eu canto em outros lugares no inverno: França por exemplo”. Ah, respondeu a formiga, “é mesmo? Então se for à França e encontrar um tal de La Fontaine, mande ele pra aquele lugar!!! E vê se não demora a voltar aqui para fazer um showzinho pra mim, ok?”.
A paródia aqui descrita é um brincadeira com a cidade de Formiga que, neste sábado, foi ver as cigarras do Biquini Cavadão! Tecnicamente foi nosso último show já que sabemos que em Beberibe, tocaremos depois da meia noite. Também foi o aniversário de Magal. O maluco comemorou tanto na véspera que acabou perdendo o ônibus. Chegou tão esbaforido depois de pegar uma condução na rodoviária, que acabou esquecendo de levar meias! Teve que tocar com um par extra da mala do Miguel. O show foi num evento chamdo Natal Pop, que teve ainda Sideral na véspera. Casa cheia, muita animação e reencontro com fãs de cidades próximas e outras nem tão próximas assim. Temos tocado bastante na região. Divinópolis é pertinho e foi lá que fizemos o reveillon no ano passado. Parece que foi ontem. Muita coisa boa rolou em 2009, muitos estados nos viram e a tour do 80 volume 2 ainda seguirá por mais alguns meses, mas gradativamente incorporando novidades. O resto é surpresa ;)

Barra do Piraí pirou!

20 de dezembro de 2009

Não dormimos de Belo Horizonte até chegar em Barra do Piraí. Entenda-se como dormir o ato de se repousar sobre uma cama imóvel em um aposento, de preferência, tranqüilo. Foi chegar no hotel em BH e já fazer as malas para o aeroporto. Cochilei na van, no saguão de embarque, no avião, no ônibus, até chegar no hotel e apagar de vez até o começo da tarde. Dormi pesado, cansado e recuperei as forças para o show no Royal Clube. Logo no começo, fui atacado por uma tremenda dor de cabeça, Surgiu entre a segunda e terceira música. Pedi dois analgésicos para os roadies que me salvaram desta. Era um tum-tum-tum latejante que estava me tirando do sério ;-)
Graças a Deus, o efeito do remédio foi rápido e eu segui sem maiores problemas. Há tempos que não tocávamos em Barra do Piraí. Para ser exato, doze anos. E foi lindo ver o clube lotado, gente de todas as idades, de todas as cidades, fazendo a maior festa conosco nessa nossa quinta visita à ciade. Barra do Piraí pirou, como me disse um fã.
Neste mês de dezembro, já que o reveillon vai ser em Beberibe-CE, decidimos comemorar o ano novo em cada show que estamos fazendo. É um momento bem divertido no show que celebra o adeus a tudo que pesou em 2009 e o que queremos que venha de bom em 2010. Também temos lembrado nos shows, ao som de Zé Ninguém, que será um ano com eleições e que teremos uma grande chance de fazer uma “limpa’ no congresso nacional, tirar de lá muitos nomes que sujaram as primeiras páginas dos jornais. Seja de que estado você for, não deixe de fazer a sua parte: pesquise, procure saber mais sobre cada candidato, independente de partido. Que 2010 seja, de fato, um ano NOVO para nós, e não uma repetição de tantos absurdos que se repetem por aí.
Foi nosso último show antes do Natal. Coelho até tocou com uma touquinha do Papai Noel ;-) E, assim, me despeço de vocês, desejando um ótimo Natal, com muita paz e alegria. E a loucura volta já no dia 26 com show em Minas!

Belo Horizonte tri!

20 de dezembro de 2009

Quando tocamos três vezes numa cidade no mesmo ano, celebramos o reencontro com amigos, fazemos a maior festa mesmo. Isto é raro ocorrer porque, a exceção do Rio, onde moramos, é muito difícil fazer um show numa cidade, imagine três! Entretanto, Belo Horizonte passou por isto neste 2009, com shows no Music Hall e na serraria Souza Pinto. De volta à cidade e ao Music Hall, fizemos a festa no projeto Eu Faço Cultura, o último deste ano. Abertura do Nicolas Krasic e seu violino dando um ar francês a clássicos de Chico, Jacob do Bandolím e muitos outros grandes nomes da nossa música. Ele faz cultura, sim senhor! Depois, foi nossa vez. No palco, me assustei com a casa lotada, ainda mais depois do temporal que parou a cidade no fim da tarde. É pessoal, o tri-campeonato de 2009 foi conquistado com muita alegria, farra, diversão. O detalhe engraçado ficou por conta de minhas calças. Esqueci de colocar o cinto na mala. Por sorte, esta que usei tinha um cadarço que me salvou de algum vexame ;-) O ano está terminando e cada show melhor que o outro. Obrigado, pessoal.

O SHOW em Goiânia e a festa surpresa

6 de dezembro de 2009

Nunca havíamos tocado tanto em Goiás. Foram shows em diversas cidades que nos viram pela primeira vez: Aragarças, Edéia, Aruanã, Campinorte, além de uma volta a Quirinópolis e Rio Verde e um show em março na capital, Goiânia. E foi assim, fechando o ano no estado com chave de ouro, que subimos ao palco do Jaó, novamente cheio para nos ver. O dia foi cansativo, com muitas visitas às rádios. Precisava dormir um pouco e poupar a voz, mas sempre aparecia algo para ser feito. Ainda assim, cumprimos todos os eventos e pude relaxar entre 5 da tarde até dez da noite. Ao me jogar no público, quase caí desta vez. Por sorte não foi nada grave, o que me deu ânimo de tentar de novo, desta vez com sucesso. Por outro lado, as invasões foram freqüentes. e muitas vezes desnecessárias, pois como já dissemos aqui, quem invade não sabe que sem querer pode acabar desplugando algum cabo, pode até se machucar seriamente. Quando nós chamamos, já sabemos como e por onde fazer. Quase ao final do show tive que dar uma bronca, pois um manézinho decidiu cuspir em mim enquanto caminhava pela grade que separava o público da gente. Graças a Deus, mantive a frieza e não deixei que uma atitude deplorável desta pudesse acabar com o ótimo clima reinante no Jaó. Após o show, atendemos diversos fãs e finalmente fomos pro hotel, para (apenas) duas horas de sono. Agora, o destino era Recife. Recife?

Festas fechadas são shows que nem deveriam ser comentados aqui pois se trata de um evento que impede a presença de diversos fãs. Por isso mesmo, não anunciamos no site, apenas colocamos na agenda quando ele já foi feito. Desta vez, voltamos ao Chevrolet Hall, no Recife para um show de fim de ano para os funcionários da Coca Cola. À tarde! Não rolou descanso, só durante o vôo, talvez. Foi tudo bem corrido mas terminou bem. No começo do show, o palco estava cheio de bolas de mais ou menos um metro de diâmetro. Quando entrei no palco quase caí diversas vezes. Teria sido uma entrada fantástica! Conforme o show ia passando, o público foi se soltando. Até demais, eu diria, pois em Zé Ninguém, ao descer no meio do público acabei passando por uns fãs que abriram uma roda, pulando, se empurrando e acabei levando um soco no nariz. Isso mesmo, um murro que só não me derrubou porque eu peguei o finalzinho do soco, para surpresa e desespero do fã, que levou as mãos à cabeça. Foi sem querer, claro, e eu tratei de seguir em frente com uma vontade de espirrar e torcendo para que não sangrasse, o que de fato não aconteceu. A festa reuniu gente de diversos estados e cada um nos recebeu com muito carinho, dentro e fora do palco. Para nós, ávidos consumidores do refrigerante, pudemos conhecer um pouco mais sobre este que é o terceiro maior mercado do produto no mundo, perdendo apenas para México e, claro, Estados Unidos. Tão logo acabou o show eu corri pro aeroporto e consegui uma vaga no avião para voltar pra casa. Mas tinha que ser na hora do jogo? E aqui estou eu, em pelo ar, sem ter idéia de como está o placar, quem vai ser campeão, uma agonia de dar dó. Que vença o melhor!

em tempo: só quando pousamos que descobri que o Flamengo se sagrou campeão! ;-)

Três dias e um show em SP

6 de dezembro de 2009

O projeto Eu Faço Cultura da Caixa Seguros chegou a São Paulo e fizemos um ótimo show na capital. Um grande barato! Entretanto, por se tratar de um projeto diferenciado, isto é, não funciona como um show normal, os fãs tiveram muitas dúvidas para saber como comprar os ingressos. Falou-se que era um show fechado, que era complicado comprar no dia, muitas informações ficaram no ar. Por conta disso, fizemos nossa parte divulgando através de Orkut, Tweeter, Facebook, Fotolog e Twitpic o máximo que sabíamos.
Durante dois dias, gravamos os programas necessários na TV Gazeta que nos auxiliou lindamente. Também gravamos programas que ainda irão ao ar,como o TV Animal (SBT) e o Programa Novo (Cultura). Almoçamos em jantamos muito bem, como sempre acontece em São Paulo, por sinal. Júlio, que tem, cuidado da parte on-line, nos ajudou a criar uma promoção que deu um super kit de natal para Gessica, cearense morando há dois anos na cidade e fãzoca da banda. A sortida ganhou diversos CDs , Dvd, camiseta e até uma palheta!
O ginásio Juventus se encheu de fãs do Biquini que cantaram da primeira à última música. Foi um show como queríamos fazer há tempos na cidade. Ficamos hospedados no Tatuapé, bairro próximo, mas impossível de chegar à sede do Juventus, graças à motorista da van que se perdeu pelo caminho.
Sobre isto, existem algumas leis que acompanham as bandas na estrada e que as confirmamos mais e mais a cada dia:
Lei da Estadia: A qualidade do hotel é inversamente proporcional ao tempo que você passa nele. Perfeitamente comprovado: passamos dois dias em um hotel simples e menos de 12 horas (das quais metade do tempo fora tocando) no dia do show!
Lei do banco de Van: A qualidade do banco da van é inversamente proporcional à distância cumprida. Mais uma vez comprovado: Pegamos uma van de banco duro por quase uma hora e meia em engarrafamento que fez Miguel acreditar que Tatuapé é o nome do bairro graças ao Tatu que abandonou o carro depois de meia hora parado! Do hotel ao local do show, fomos recebidos por uma van de bancos de luxo, reclináveis e com TV de plasma!
Lei do motorista da van: todo motorista de van contratado para fazer o traslado nosso do hotel ao local do show não sabe o caminho! Esta lei, que nos foi contada pelos músicos do Lulu Santos e realmente acontece. Ainda que a van fosse confortável, levamos muito mais tempo dentro dela, já que a motorista não se achava num caminho menor que 3 quilômetros!
outras leis conhecidas para quem faz shows são estas:
Primeira lei da estrada: Não comerás, não dormirás e a culpa é sempre sua
Segunda lei da estrada: Quanto mais perto, mais longe. Se o show é numa cidade a duas horas de viagem, levará cinco, graças a toda sorte de motivos: ônibus quebrado, engarrafamento, etc…
De volta ao show, quando finalmente chegamos ao camarim, já era hora de entrar no palco. Estava me livrando de uma gripe/sinusite que fez cantar quase sem nariz e ouvido (totalmente entupido) mas confesso que não me lembrei disso durante a festa! Recebemos os fãs no camarim e tratamos de dormir o máximo possível no hotel, já que em duas horas acordaríamos para uma nova viagem. Destino: Goiânia!