Nunca havÃamos tocado tanto em Goiás. Foram shows em diversas cidades que nos viram pela primeira vez: Aragarças, Edéia, Aruanã, Campinorte, além de uma volta a Quirinópolis e Rio Verde e um show em março na capital, Goiânia. E foi assim, fechando o ano no estado com chave de ouro, que subimos ao palco do Jaó, novamente cheio para nos ver. O dia foi cansativo, com muitas visitas à s rádios. Precisava dormir um pouco e poupar a voz, mas sempre aparecia algo para ser feito. Ainda assim, cumprimos todos os eventos e pude relaxar entre 5 da tarde até dez da noite. Ao me jogar no público, quase caà desta vez. Por sorte não foi nada grave, o que me deu ânimo de tentar de novo, desta vez com sucesso. Por outro lado, as invasões foram freqüentes. e muitas vezes desnecessárias, pois como já dissemos aqui, quem invade não sabe que sem querer pode acabar desplugando algum cabo, pode até se machucar seriamente. Quando nós chamamos, já sabemos como e por onde fazer. Quase ao final do show tive que dar uma bronca, pois um manézinho decidiu cuspir em mim enquanto caminhava pela grade que separava o público da gente. Graças a Deus, mantive a frieza e não deixei que uma atitude deplorável desta pudesse acabar com o ótimo clima reinante no Jaó. Após o show, atendemos diversos fãs e finalmente fomos pro hotel, para (apenas) duas horas de sono. Agora, o destino era Recife. Recife?
Festas fechadas são shows que nem deveriam ser comentados aqui pois se trata de um evento que impede a presença de diversos fãs. Por isso mesmo, não anunciamos no site, apenas colocamos na agenda quando ele já foi feito. Desta vez, voltamos ao Chevrolet Hall, no Recife para um show de fim de ano para os funcionários da Coca Cola. À tarde! Não rolou descanso, só durante o vôo, talvez. Foi tudo bem corrido mas terminou bem. No começo do show, o palco estava cheio de bolas de mais ou menos um metro de diâmetro. Quando entrei no palco quase caà diversas vezes. Teria sido uma entrada fantástica! Conforme o show ia passando, o público foi se soltando. Até demais, eu diria, pois em Zé Ninguém, ao descer no meio do público acabei passando por uns fãs que abriram uma roda, pulando, se empurrando e acabei levando um soco no nariz. Isso mesmo, um murro que só não me derrubou porque eu peguei o finalzinho do soco, para surpresa e desespero do fã, que levou as mãos à cabeça. Foi sem querer, claro, e eu tratei de seguir em frente com uma vontade de espirrar e torcendo para que não sangrasse, o que de fato não aconteceu. A festa reuniu gente de diversos estados e cada um nos recebeu com muito carinho, dentro e fora do palco. Para nós, ávidos consumidores do refrigerante, pudemos conhecer um pouco mais sobre este que é o terceiro maior mercado do produto no mundo, perdendo apenas para México e, claro, Estados Unidos. Tão logo acabou o show eu corri pro aeroporto e consegui uma vaga no avião para voltar pra casa. Mas tinha que ser na hora do jogo? E aqui estou eu, em pelo ar, sem ter idéia de como está o placar, quem vai ser campeão, uma agonia de dar dó. Que vença o melhor!
em tempo: só quando pousamos que descobri que o Flamengo se sagrou campeão!